Começamos em 2015, atendendo uma única empresa de logística que não aguentava mais a conta da nuvem.
O primeiro projeto foi simples no papel e revelador na prática: cortar desperdício sem derrubar o sistema. Em três meses, a conta caiu um terço e o tempo de resposta do aplicativo melhorou. A notícia correu entre times técnicos de São Paulo.
Dez anos depois, somos uma equipe de dezoito pessoas entre arquitetos de nuvem, especialistas em segurança e plantonistas de operação. Mudou o tamanho. O jeito de trabalhar, não: medir antes de mexer, documentar tudo e tratar o orçamento do cliente como se fosse nosso.
Não perseguimos a tecnologia da moda. Perseguimos ambientes que funcionam às três da manhã de um domingo de Black Friday, quando ninguém quer ser acordado.